quarta-feira, maio 11, 2016
CICUTA
Desceu ao jardim, limpou-o. Ajustou uma cova rasa. Semeou-lhe sementes. As cobriu de terra, que logo regou. Acocorou-se. "O que fazes, é noite ainda", perguntou-lhe voz de dentro. "Vigio a flor que ei de contemplar!" Tinha desejos de cicuta
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