Dois
mil e dezesseis é daqueles anãs que cede passagem ao ano seguinte sem terminar.
Um ano que fica. Muito aconteceu este ano e ele será invocado perenemente, como
o 11 de setembro de 2001, o 24 agosto de 1954, o 6 de junho de 1944. 2016
foi um ano nefasto. Tivemos a apologia à
tortura e homenagem a torturador, um golpe orquestrado entre mídia, setores
reacionários da política e da justiça e apoio de uma elite inculta e voltada
para seu egoísmo natural. Tivemos a eleição de Trump, ainda está ocorrendo a
guerra civil na Síria, e milhões de refugiados são abandonados à própria sorte,
pois o xenofobismo assola o velho continente. A morte de um ambulante na
estação do metro de São Paulo, fecha e resume este ano que não acaba, apenas
cede passagem para o próximo, voltaremos nele nos próximos 20 anos.
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